Archives em Junho 2024

Encontro de autores na Feira do Livro de Lisboa

Encontro de autores na Feira do Livro de Lisboa

O expositor D47 é o nosso ponto de encontro amanhã (15/06/2024) para autógrafos das obras mais recentes:

Filipe J. D. Pereira – 15/06/2024 entre as 15h30 e as 18h30 — 3 em 1

Sedrick de Carvalho e Tomás Lima Coelho – 15/06/2024 entre as 15h30 e as 18h30 — Autores e Escritores de Angola 1642-2022

Sedrick de Carvalho – 15/06/2024 entre as 15h30 e as 18h30 — Prisão Política

Luís Gaivão esteve na Feira do Livro de Lisboa

Luís Gaivão esteve na Feira do Livro de Lisboa

A Feira do Livro de Lisboa recebeu hoje (12/06/2024), para uma sessão de autógrafos, Luís Gaivão, autor do livro  Angola e o Atlântico | Colonialismo, Colonialidade e Epistemologia Descolonial

No próximo Sábado, 15/06/2024, os nossos autores Sedrick de Carvalho e Tomás Lima Coelho  vão estar na Feira do Livro de Lisboa entre as 15h00 e as 19h00, disponíveis para autografar a mais recente edição do livro Autores e Escritores de Angola 1642-2022.

No Sábado vai estar também o poeta Filipe J. D. Pereira disponível para autografar a obra original 3 em 1

A representante da editora Perfil Criativo na Feira do Livro de Lisboa é a editora/livraria Promobooks, está localizada no expositor D47.

O expositor D47 da Promobooks é o representante das edições da Perfil Criativo

Sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa

Sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa

O expositor D47 é o nosso ponto de encontro para autógrafos das obras mais recentes:

Tomás Lima Coelho – 8/06/2024 das 14h00 às 15h00 — Autores e Escritores de Angola 1642-2022

Luís Gaivão – 12/06/2024 das 17h00 às 19h00 — Angola e o Atlântico | Colonialismo, Colonialidade e Epistemologia Descolonial

Sedrick de Carvalho e Tomás Lima Coelho – 15/06/2024 entre as 17h00 e as 19h00 — Autores e Escritores de Angola 1642-2022

Stand D47 onde pode encontrar as edições mais recentes da Perfil Criativo e da Elivulu

Mas afinal, o que é um adulto?

Mas afinal, o que é um adulto?

Um grupo de (prováveis) adultos questiona a realidade do que é ser adulto.

As personagens vão explorando situações como evitar cumprir com as suas responsabilidades, a preguiça, a gula, a vaidade, o comportamento absurdo do adulto apaixonado, etc.

Mas afinal, o que é um adulto?

7 e 8 de Junho às 21H00 

Auditório da Escola Secundária Padre António Vieira (Alvalade, Lisboa)

Rua Marquês Soveral, 1749-063 Lisboa

Bilhete: 5,00€

Classificação: M/12 

RESERVAS: Secretaria Estrelas SJB  218 482 386 / 933 392 213 

Satyohamba ilustre visita do reino dos Cuanhamas

Satyohamba ilustre visita do reino dos Cuanhamas

Foi um encontro de elevada magnitude, no “bunker cultural” da editora Perfil Criativo, com o ilustríssimo economista, surpreendente autor e príncipe do Reino dos Cuanhamas, Arsénio Satyohamba.

Neste encontro, na antiga capital do império, o editor João Ricardo Rodrigues aproveitou para oferecer dois volumes com a pré-história do grande grupo étnico e linguístico Bantu, “Os Bantu na Visão de Mafrano — Quase memórias“, de Maurício Francisco Caetano, com a indicação de que estas obras vão ser apresentadas em Lisboa e no Porto durante o próximo mês de Julho e são representativas da diversidade cultural de Angola.

O Reino dos Cuanhamas

O Reino dos Cuanhamas, também conhecido como Reino Kwanyama ou Reino Oukwanyama, foi uma entidade política e cultural localizada no sudoeste da África, ocupando principalmente o norte da Namíbia e o sul de Angola. Este reino é parte integrante da história do povo Ovambo, um dos maiores grupos étnicos da região.

História e Fundação

O Reino dos Cuanhamas foi estabelecido por volta do século XVII. Sua fundação é atribuída a líderes do clã Kwanyama, que conseguiram consolidar poder e influência sobre várias comunidades Ovambo. Os Ovambo são conhecidos pela sua organização social complexa, baseada em aldeias lideradas por chefes (homens e mulheres) e uma estrutura de clãs com sistemas de parentesco matrilineares.

Organização Política e Social

O reino era governado por um rei, chamado “Oshamukwila,” que exercia autoridade central sobre os chefes locais. A sucessão do trono era geralmente hereditária, mas a escolha do sucessor envolvia a aprovação dos anciãos e líderes.

A sociedade dos Cuanhamas era fortemente hierarquizada e centrada na agricultura e pecuária. As principais culturas agrícolas incluíam milho, sorgo e feijão, enquanto o gado desempenhava um papel crucial tanto na economia quanto nas práticas culturais e religiosas.

Cultura e Tradições

A cultura dos Cuanhamas é rica em tradições orais, músicas, danças e cerimónias. As histórias e mitos eram passados de geração em geração, preservando a memória coletiva e ensinamentos morais. A religião tradicional dos Cuanhamas envolvia a veneração de ancestrais e espíritos, com rituais e festivais importantes para a comunidade.

Conflitos e Colonização

Durante o final do século XIX e início do século XX, o Reino dos Cuanhamas enfrentou desafios significativos devido à colonização europeia. A Alemanha, que colonizou a Namíbia (então chamada Sudoeste Africano Alemão), e Portugal, que controlava Angola, tiveram um impacto profundo na região. Conflitos com colonizadores e guerras intertribais enfraqueceram o reino o que resultou na destruição da capital real, Omhedi, e na dispersão da população.

Legado

Apesar do colapso do reino, a identidade e cultura Cuanhama continuam a ser uma parte vital da vida dos Ovambo na Namíbia e Angola. O legado do Reino dos Cuanhamas é mantido vivo através das práticas culturais, língua, e tradições que ainda perduram.

O impacto histórico do reino é reconhecido na região, e muitos descendentes dos antigos reis Cuanhamas ainda desempenham papéis importantes na sociedade contemporânea. A história dos Cuanhamas é um testemunho da resiliência e riqueza cultural do povo Ovambo.

O Reino dos Cuanhamas foi um exemplo notável de organização social e política na África pré-colonial. A sua história oferece percepções valiosas sobre a vida, cultura e resistência das comunidades africanas diante das pressões coloniais. O estudo e preservação dessa história são fundamentais para a compreensão da diversidade e complexidade do passado africano.

Os livros de Satyohamba (Ondjiva) publicados na República de Angola

(2021)

(2018)