Categoria em Actividades 2022

Biblioteca incentiva autores a depositar livros na instituição

Biblioteca incentiva autores a depositar livros na instituição

JORNAL DE ANGOLA

https://www.jornaldeangola.ao/ao/noticias/biblioteca-incentiva-autores-a-depositar-livros-na-instituicao/

A Biblioteca Nacional de Angola apela às organizações comerciais públicas ou individuais que produzam qualquer documento susceptível de constituir património bibliográfico do país em múltiplos exemplares a remeté-lo à instituição para a guarda e conservação.

JORNAL DE ANGOLA

Em nota de imprensa divulgada hoje e assinada pela directora da Biblioteca Nacional de Angola, Diana Afonso Luhuma, reforça-se que, de acordo com a Lei do Depósito Legal, é obrigação de todos a remissão da documentação para que seja preservada em espaço próprio.

Este apelo surge na sequência de um gesto do autor Carlos Mariano Manuel, professor catedrático de Patologia e investigador de História, que cumpriu esta directriz com o depósito recentemente da obra científica “Angola desde a sua criação pelos portugueses até ao êxodo destes por nossa criação”.

Diana Afonso sublinhou no comunicado que o livro contribuirá para o enriquecimento do acervo bibliográfico da instituição e aproveitou a oportunidade para anunciar que, actualmente, a Biblioteca Nacional de Angola atribui cerca de 500 números de depósito legal a publicações não periódicas.

Realçou que este dado não corresponde ao número de publicações recebidas a título de depósito legal, pelo que há a necessidade de se continuar a trabalhar no sentido de sensibilizar a sociedade no cumprimento da lei.

O Depósito Legal, lembrou na nota a que o Jornal de Angola teve acesso, visa essencialmente facilitar a compilação da bibliografia nacional, preservar a literatura, controlar a produção bibliográfica e literária do país.

Mafrano junta personalidades em Luanda

Mafrano junta personalidades em Luanda

Grande encontro na Universidade Católica de Angola, em Luanda, para homenagear Maurício Francisco Caetano (1916-1982) e apresentação pública do primeiro volume da colecção “Os Bantu na Visão de Mafrano — Quase memórias“.

Na apresentação da obra, com a presença de inúmeras figuras proeminentes da sociedade Angolana, D. Zacarias Kamuenho, bispo emérito do Lubango, afirmou que “tal como Agostinho Neto é o poeta maior, Mafrano (Maurício Francisco Caetano) é o antropólogo maior”.

Na fotografia, os integrantes da mesa de honra foi composta pelos distintos embaixador Dr. Ismael Martins, Dr. José Soares Caetano, responsável pela organização e edição do livro, Dom Zacarias Kamuenho, bispo emérito do Lubango, e o editor da obra (Perfil Criativo – Edições).

Este lançamento foi um acontecimento inédito em Luanda que juntou muitas personalidades nacionais.

José Caetano responsável pela edição do livro e filho de Mafrano

Entrevista à Rádio Cultura

Entrevista à Rádio Cultura

Grande entrevista ao Prof. Doutor Carlos Mariano Manuel, na Rádio Cultura, entre as 12 e as 13 horas de 6 de Maio de 2022, sobre a publicação em Angola do Tratado da História de Angola: “Angola desde antes da sua criação pelos portugueses até ao êxodo destes por nossa criação”(Ed. 2021).

Encerramento de exposição no Museu Nacional de Arte Antiga

Encerramento de exposição no Museu Nacional de Arte Antiga

Termina no dia 30 de Janeiro de 2022 a exposição BOBA KANA MUTHU WZELA: AQUI É PROIBIDO FALAR!

Reunindo algumas obras das diferentes séries do projeto Revelar a memória a partir do esquecimento, iniciado em 2010, o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) acolhe a exposição Boba Kana Muthu Wzela: Aqui é Proibido Falar!, de JRicardo Rodrigues. Partindo do lugar ocupado pelo MNAA, nas imediações do outrora bairro africano do Mocambo, território de “línguas proibidas” nascido no século XVI e hoje praticamente apagado, a exposição reimagina uma presença africana esquecida, evocando personagens e contextos reais ou alegóricos, como os sonhos e pesadelos de um Marquês de Pombal com uma outra biografia. Em encenações fotográficas de grande formato que dialogam com a tradição artística presente na coleção do Museu (mesmo que não de forma explícita), JRicardo Rodrigues reconfigura a memória a partir da ausência, cruzando o passado com a contemporaneidade e questionando continuidades, contrastes e heranças.

No Domingo 23 de Janeiro de 2022 foi realizado um último encontro com o artista para descobrir o “quinto neto da rainha Ginga” e o grande bairro do Mocambo, de Lisboa. Foram duas horas e meia de conversa sobre Arte e as raízes angolanas da cidade. Na intervenção foi dada uma atenção ao tema da escravatura. De apoio à informação dada, fica aqui a visita à exposição do investigador de economia política no Atlântico Sul, Jonuel Gonçalves, e o seu estudo sobre a Escravatura, e na transmissão de que houve gente que se indignou com o comércio de escravos no tempo da escravatura.

Debate: “Economia e Poder no Atlântico Sul”

Debate: “Economia e Poder no Atlântico Sul”

Não foi o frio nem a nova variante da COVID que impediram um caloroso encontro/debate “Economia e poder no Atlântico Sul“, com Jonuel Gonçalves, na Biblioteca Municipal Palácio dos Coruchéus. Este encontro realizado a 13 de Janeiro de 2022 marca o arranque das nossas actividades neste Ano Novo. Com a sala cheia destacamos a presença do jornalista Luís Costa, a trabalhar em Washington (EUA), e do Senhor Adido Cultural na Embaixada de Angola, em Paris, Carlos Ferreira (Cassé). Fotografias © Andreia Filipa.

Surpreendente publicação científica da História de Angola reconhecida pelo seu mérito

Surpreendente publicação científica da História de Angola reconhecida pelo seu mérito
Monumental edição sobre a História de Angola
Monumental edição de grande prestígio sobre a História de Angola

No dia da Cultura, 8 de Janeiro de 2022, a República de Angola, pela mão do Senhor Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Prof. Doutor Filipe Silvino de Pina Zau, reconhece que a surpreendente edição sobre a História de Angola, apresentada em Lisboa, a 29 de Outubro de 2021, é uma importante contribuição para a História do País.

De referir que esta monumental edição, “Angola: desde antes da sua criação pelos portugueses até ao êxodo destes por nossa criação”, do Prof. Doutor Carlos Mariano Manuel, publicada por duas editoras independentes, no seguimento de uma investigação de 25 anos, e agora acolhida, é um extraordinário e inédito exemplo das Ciências e de Cidadania, de um autor angolano, natural do Uíge, de identidade e ascendência bantu, que sempre residiu, estudou e trabalhou em Angola.

Esta edição, publicada, e agora reconhecida, no centenário do nascimento do Presidente António Agostinho Neto, está pronta para ser apresentada no Bengo, Benguela, Bié, Cabinda, Cuando-Cubango, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Cunene, Huambo, Huíla, Luanda, Lunda Norte, Lunda Sul, Malanje, Moxico, Namibe, Uíge e Zaire.

Uma verdadeira epopeia cultural cujos autor e editor exortam todas as instituições, em especial as de educação e cultura, à sua promoção por todo o País.

Porque sem conhecer o passado não é possível construir o futuro, e muita atenção que a “História é uma grande parábola”.

O músico e ministro Filipe Zau oferece a sua guitarra ao talentoso jovem guitarrista Mário Gomes
Evento realizado sob o lema “Identidade, Diversidade e Cultura da Angolanidade”, no qual o Prof. Doutor Filipe Zau considerou a identidade cultural como o principal valor da soberania dos povos por representar uma oportunidade ímpar na reflexão sobre a idiossincracia sociocultural dos grupos etnolinguísticos de uma sociedade. Na fotografia o músico e ministro Filipe Zau oferece a sua guitarra ao talentoso jovem guitarrista Mário Gomes. Fotografia de João Gomes/Jornal de Angola/Edições Novembro