Windhoek, 22nd October 2026 —TheNational Library of Namibia (NL) has welcomed the donation of the Portuguese edition of «The Bantu in Mafrano’s Version – Almost Memories», a significant cultural and anthropological work by the late Angolan writer and ethnologist Maurício Francisco Caetano (1916–1982).
Donated through the Embassy of Angola in Namibia on 31 August 2026, the collection represents a valuable contribution to the preservation of Angola’s literary and cultural heritage and the documentation of Bantu history, traditions and social life.
The National Library has expressed its willingness to assist with venue arrangements for the forthcoming launch of the English edition in Windhoek, which will make the work accessible to a wider readership.
The donation underscores the importance of cultural cooperation and the preservation of historical knowledge across national and linguistic boundaries. The National Library welcomes this gesture and reaffirms its commitment to promoting access to information resources and safeguarding literary and cultural heritage for present and future generations. The handover and discussions were done with National Library of Namibia staff members.
26 de Setembro de 2026 — Aqui, em Londres, a capital do Reino Unido, a apresentação do volume três da colectânea de Mafrano, o “Antropólogo Maior de Angola, na opinião de Dom Zacarias Kamwenho, quase fez cumprir a frase biblica segundo a qual o “melhor vinho foi servido já no fim da festa, com o primeiro milagre de Jesus Cristo!”. Tudo isto aconteceu, de facto, quando leitores ansiosos questionaram a família para saber quando seria publicada a versão inglesa desta colectânea. “Esse trabalho já está a ser feito e é irreversível”, anunciou Anete Caetano, neta de Mafrano, ao encerrar a cerimónia. Já na sessão de assinatura de autógrafos, e com os livros completamente esgotados, uma das presentes, na imagem acima, não conteve a emoção e disse: “Sou casada, mas hoje vou confessar ao meu marido que me apaixonei por outro homem e pela sua trajectória histórica: MAFRANO!” – , e apontou o dedo para a “Capa!” do livro do antropólogo maior de Angola, hoje Prémio Nacional de Cultura e Artes 2024, na modalidade de investigação em Ciências Humanas e Sociais. Momento alto neste 26 de Setembro foi a subida ao palco de uma forte comitiva da Associação das Mulheres de São Tomé e Príncipe que, de surpresa, exibiu danças tradicionais animadas pela bandeira do seu país, numa singela homenagem a Mafrano. “Maurício Francisco Caetano, “Mafrano” (1916-1982), teve como tutor o sacerdote são-tomense José Pereira da Costa Frotta que o recolheu órfão aos 5 anos de idade e acompanhou toda a sua formação até a idade adulta”, conforme referiu também Luisíndia Caetano, igualmente neta do autor. A Embaixada de Angola no Reino Unido fez-se representar neste evento por uma delegação encabeçada por Emanuel Nteca, Primeiro Secretário dessa Missão Diplomática. A apresentação da obra esteve a cargo de Agostinho Mané Sadja, um Sociologo da Guiné-Bissau residente em Londres.
Momento alto neste 26 de Setembro foi a subida ao palco de uma forte comitiva da Associação das Mulheres de São Tomé e Príncipe que, de surpresa, exibiu danças tradicionais animadas pela bandeira do seu país, numa singela homenagem a Mafrano
Embaixador José Patrício recebeu em Londres família de Maurício Francisco Caetano, “Mafrano”
Londres, 25 de Setembro de 2026 — A família do escritor e etnólogo Maurício Caetano ofereceu nesta última quinta-feira, 24, dois dos exemplares da colectânea «Os Bantu na visão de Mafrano – Quase Memórias» ao embaixador de Angola no Reino Unido, José Patrício, justamente 48 horas antes da apresentação solene em Londres do terceiro e volume desta obra histórica.
Tendo sido contemporâneos no Bairro Popular, em Luanda, até 1972, o encontro entre José Patrício e José Soares Caetano, filho do autor desta colectânea póstuma, e ainda por coincidência ambos jornalistas da primeira geração pós-independência, decorreu num ambiente informal e extremamente cordial, com os dois os interlocutores a recordarem memórias da adolescência, do bairro e da profissão de jornalista desde 1975.
Vencedor do Prémio Nacional de Cultura e Artes 2004 em Angola, o terceiro e último volume da colectânea de Mafrano será apresentado na manhã de sábado, 26, no «CENTRO DE CONFERÊNCIAS ADVENTURE PLAYGROUND», Avenida Willington, no sul de Londres, e espera-se reunir membros da comunidade angolana residente no Reino Unido, assim como representantes dos Estados Membros CPLP, PALOLP, países amigos, académicos, artistas e fazedores de opinião. Sendo Londres uma cidade cosmopolita, prevê-se igualmente a participação de pessoas provenientes de diversos países e de diferentes grupos culturais residentes no Reino Unido.
Na mesma ocasião, a família de Mafrano vai anunciar publicamente a publicação de uma nova versão em Língua Inglesa desta mesma obra, com uma estimativa de duzentas páginas, e cuja temática continuará a ter como foco a civilização bantu, questões Sociais e episódios vividos pelo autor entre os anos de 1947 e 1982, data do seu passamento físico.
Os dois primeiros volumes desta obra haviam sido já apresentados em Londres em Novembro de 2024, numa concorrida cerimónia que decorreu na «BIRKBECK UNIVERSITY». Até à data, a colectânea chegou a países como Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Alemanha e Portugal, assim como por vídeo conferencias a universidades das cidades de Curitiba e Rio de Janeiro, no Brasil. Dentre as conhecidas personalidades com acesso a esta obra destacam-se o Secretário Geral das Nações Unidas, Eng.º António Guterres, o ex-Chefe de Estado Português, Manuel Rebelo de Sousa, o responsável do Vaticano para o pelouro da cultura e educação, o cardeal do Vaticano Dom José Tolentino de Mendonça; Bispo Cardeal Emérito de Santiago, Cardeal Dom Arlindo Gomes Furtado, a família do falecido escritor e ex-diplomata cabo-verdiano Eugénio Inocêncio e o casal presidencial de São Tomé e Príncipe, Carlos e Fátima Vila Nova.
(FONTE: Texto elaborado pela Embaixada de Angola no Reino Unido e complementado pela Família de Mafrano)
Coincidências que fazem História
Em Setembro de 2026, o incrível aconteceu, aqui, no Reino Unido, juntando caprichosas coincidências que já se haviam cruzado e deixado, em 1972, em Angola! Será fácil adivinhar…?! Sim, mas vamos passo a passo, porque a emoção é forte! Coincidências, não só com José Patrício, o honorável Embaixador de Angola aqui em Londres, que foi vizinho da família no Bairro Popular, em Luanda, mas também com o Manuel Morais que voltou a ser, novamente “vizinho”, também nesta cidade capital do Reino Unido, depois de já o ter sido em Angola. De facto, o “Nelo” Morais que já havia sido vizinho porta à porta, da família Mafrano na Rua de Mavinga, do também Bairro Popular, em Luanda, até 1972, com direitos à foto histórica inserida na página 798, do Volume III da colectânea de Mafrano sobre os Bantu, vive muito perto da Bedford Road, em “Clapham North”, onde a família do Antropólogo Maior de Dom Zacarias Kamwenho estará hospedada até 28 de Setembro de 2026. “Zé, eu moro perto daí….”, gritou ele quando um membro da família lhe enviou o endereço da rua Bedford, em North Clapham, aqui em Londres. Que belas coincidências que a chama de Mafrano tem feito acontecer nesta trajectória histórica…
Dia 26 de Setembro, às 11:30, o Adventure Playground Conference Centre, em Londres, vai testemunhar a subida de representantes da família de Maurício Francisco Caetano ao palco, convidando todos os presentes a repetir uma das frases mais emblemáticas do autor da colectânea «Os Bantu na Visão de Mafrano – Quase Memórias», e, também em sua MEMÓRIA:
”Deixemos O Bantu Crescer Intelectualmente”, Vol. I, página 172 (in jornal «O APOSTOLADO» de 27 de Novembro de 1971)
Mafrano: uma viagem ao coração da civilização bantu
Terceiro volume da colectânea “Os Bantu na Visão de Mafrano” reúne memórias, ensaios e reflexões sobre ancestralidade, cultura, religião e sociedade africana
O terceiro e último volume da colectânea “Os Bantu na Visão de Mafrano”, de Maurício Francisco Caetano, constitui uma oportunidade rara para revisitar o pensamento de um dos mais importantes investigadores angolanos da cultura bantu. Publicada postumamente, a obra encerra um percurso editorial dedicado à preservação da memória africana, ao estudo das tradições e à valorização das sociedades bantu no contexto angolano e continental.
Distinguido com o Prémio Nacional da Cultura e Artes 2024, na modalidade de Investigação em Ciências Humanas e Sociais, Maurício Francisco Caetano, conhecido literariamente como Mafrano, deixou uma vasta produção intelectual marcada pela observação directa, pela reflexão crítica e pelo compromisso com a dignificação do património cultural africano. O terceiro volume, intitulado “Os Bantu na Visão de Mafrano – Quase Memórias”, confirma essa dimensão de autor atento às raízes, aos costumes, às crenças e às transformações sociais do seu tempo.
Com 327 páginas e 18 capítulos, este volume está organizado em três partes e reúne textos dedicados à civilização bantu, à temática religiosa, às questões sociais e a episódios vividos pelo autor entre 1947 e 1982. Mais do que uma simples compilação de escritos, o livro apresenta-se como um testemunho intelectual e humano, no qual a memória individual se cruza com a história colectiva dos povos africanos.
Ao longo da obra, Mafrano aborda temas como a ancestralidade, os hábitos, os costumes, a religiosidade, a organização social, as tradições orais e os modos de vida de diferentes comunidades. O autor percorre ainda domínios como a antropologia, a arqueologia, o direito costumeiro, a mitologia, a linguagem e as crenças populares, oferecendo ao leitor uma visão ampla e profundamente enraizada no universo cultural bantu.
A leitura deste terceiro volume permite compreender melhor a importância de Mafrano enquanto investigador e escritor. A sua escrita não se limita ao registo académico: há nela uma dimensão narrativa, memorialística e vivencial que aproxima o leitor dos temas tratados. Os episódios, observações e reflexões reunidos neste livro revelam um autor que conheceu, estudou e viveu intensamente os ambientes culturais que procurou interpretar.
A colectânea “Os Bantu na Visão de Mafrano” soma, nos seus três volumes, 799 páginas de reflexão sobre a ancestralidade, os hábitos e os costumes de vários povos africanos. O terceiro volume encerra esse projecto com um conjunto de textos que reforça a actualidade do pensamento de Mafrano e a necessidade de continuar a estudar, divulgar e debater o património cultural bantu.
Responsável pela edição dos três volumes, o jornalista e escritor José Soares Caetano, filho do autor, tem desempenhado um papel decisivo na recuperação e divulgação deste legado. A publicação da colectânea permite que novas gerações de leitores, investigadores, estudantes e interessados pela cultura africana tenham acesso a uma obra fundamental para compreender a riqueza e a complexidade das sociedades bantu.
“Os Bantu na Visão de Mafrano – Quase Memórias” é, por isso, uma leitura indispensável para quem procura conhecer melhor Angola, África e os fundamentos culturais que atravessam a história, a espiritualidade e a identidade dos povos bantu. Mais do que um livro de memória, é uma obra de estudo, reflexão e reencontro com uma herança cultural que continua viva.
José Caetano e Cristina Caetano, filhos de Maurício Francisco Caetano (Mafrano), marcaram presença no programa Manhã Kriola e na gravação da rubrica Sugestão Leitura da TVA, dedicada ao livro Os Bantu na visão de Mafrano.
Este momento de partilha foi uma oportunidade para aprofundar o legado de Mafrano, cuja obra preserva e valoriza a memória, a cultura e a identidade africana. Um encontro enriquecedor que uniu conhecimento, comunicação e a força da palavra escrita, celebrando a importância de levar a literatura e a história a mais pessoas.
A família de Mafrano esteve acompanhada por Ricardo Leote, diretor da NOS RAIZ | AUTORES.club, reforçando a dimensão cultural e editorial desta iniciativa.
Um especial agradecimento à jornalista e produtora Cândida Barros e a toda a equipa da TVA, pelo profissionalismo, dedicação e acolhimento que tornaram possível esta partilha de grande valor cultural.
Convidamos todos a estarem presentes amanhã, 3 de outubro, às 17h00, na Biblioteca Nacional de Cabo Verde, para o lançamento do terceiro volume da coletânea Os Bantu na visão de Mafrano, numa sessão que contará com a apresentação da professora Antonieta Lopes.
Sexta-Feira, 26 de Setembro, o terceiro e último volume da já referenciada colectânea póstuma «OS BANTU NA VISÃO DE MAFRANO – QUASE MEMÓRIAS», de Maurício Francisco Caetano (1916-1982), chegou ao Arquivo Nacional de Angola (ANA).
O acto ocorreu à margem de uma actividade cultural alusiva às jornadas do Herói Nacional que decorrem por todo país, neste 50.º Aniversário da Independência de Angola e, serviu, também, de pretexto para se evocar que tanto Agostinho Neto como Mafrano escreveram lado a lado, nas mesmas páginas da «Revista Angola», da Liga Nacional Africa (LNA), que tinha, nessa data, Novembro de 1953, como presidente da sua assembleia geral, o Reverendo Cónego Manuel Joaquim Mendes das Neves, conforme rezam os arquivos históricos.
A foto acima traduz o preciso momento em que o director-geral adjunto do ANA, Heliodoro Abambres, recebia um dos exemplares de «OS BANTU NA VISÃO DE MAFRANO», em nome do diretor-geral dessa instituição, o Dr. Justino da Glória Ramos.
Na foto um grupo coral de da Liga Nacional Africana, no mencionado número da revista Angola (Novembro de 1953), exibe-se com o vestuário dessa época
Coimbra, junho de 2025 – Um momento emocionante e histórico marcou o recente encontro entre a IrmãIsabel Mata, hoje com 95 anos, e dois dos filhos de Maurício Francisco Caetano, conhecido pelo pseudónimo “Mafrano”. A religiosa, figura discreta mas fundamental na história da imprensa católica em Angola, fez parte da equipa de redação do jornal O Apostolado, em Luanda, durante décadas. Nas imagens, a Irmã Isabel Mata aparece em sua residência em Coimbra, rodeada por exemplares da obra “Os Bantu na visão de Mafrano“, que revisita o pensamento e o legado de Maurício Francisco Caetano, de quem foi colega na redação do jornal da Conferência Episcopal de Angola. Apesar de já não ir a tempo de ser incluída no Volume III da coleção dedicada a Mafrano, os organizadores já garantem: “Fica para a próxima coleção.” O reencontro, carregado de simbolismo, reforça os laços históricos e afetivos entre antigos colaboradores do jornal católico e as novas gerações empenhadas em preservar a memória cultural e intelectual angolana. Na ficha técnica de O Apostolado, constam nomes como P. Pedro Luís, Padre António Morais, Maurício Caetano e Maria Isabel Mata, que assumiu também funções técnicas e de ilustração, sob a direção de Manuel Franklin da Costa.
Este gesto de homenagem e reconhecimento serve também como apelo à valorização dos protagonistas muitas vezes esquecidos da história da comunicação social em Angola.
Malanje, 6 de Junho de 2025 – Foi apresentado nesta sexta-feira, no Anfiteatro da Faculdade de Medicina da Universidade Rainha Njinga a Mbande, o segundo volume da obra “Os Bantu na Visão de Mafrano, Quase Memórias“, da autoria de Maurício Francisco Caetano, também conhecido pelo pseudónimo Mafrano.
A sessão de apresentação contou com a intervenção do escritor e jornalista Tazuary Nkeita (José Caetano), que conduziu uma análise sobre os principais temas abordados nesta coletânea de quase 800 páginas, que aprofunda os fundamentos da Antropologia Cultural Bantu.
O livro mergulha na riqueza da Civilização Bantu, tratando de temas essenciais como:
A filosofia Bantu sobre a morte;
A ética dos Bantu;
A génese temporal das raças humanas;
Os idiomas Bantu;
A antiguidade dos animais domesticados;
A terminologia indígena sobre os vários primatas.
A obra reafirma o compromisso de Mafrano com o resgate e valorização do pensamento e cultura africana, num esforço de memória e identidade.
Ilídio Silva, ex-aluno de Mafrano no ano de 1978 em Luanda (o segundo à esquerda), juntamente com membros da família do autor: “Maurício Caetano foi um dos melhores professores da minha época”
Maurício Francisco Caetano nasceu no Dondo, província do Cuanza Norte, a 24 de dezembro de 1916, e faleceu em Luanda, a 25 de julho de 1982. Ao longo da sua vida, destacou-se como escritor e colaborador de diversas publicações jornalísticas, deixando um legado valioso para a historiografia e antropologia angolana.
Sob o lema “De Mãos Dadas, Malanje que Sonhamos é Possível”, a apresentação do livro representou um momento de afirmação cultural e de reflexão sobre a ancestralidade Bantu e os seus ensinamentos para a sociedade contemporânea.
Com o Regedor Adjunto de Kassembele, Adão Antero Kasua (ler Cassua), em Malanje
Membros da família Mafrano com a decana da Universidade Njinga A Mbande, Prof. Dra Tazi Nimi, em Malanje
A família de Maurício Francisco Caetano, o editor da Perfil Criativo | AUTORES.club e a organização do evento convidam V/ Exa para o lançamento oficial do primeiro e do segundo volumes da colectânea «Os Bantu na Visão de Mafrano – Quase Memórias» a ter lugar no dia 9 de Novembro de 2024 na Birkbeck University of London, às 15:00.
The family of Mauricio Francisco Caetano, the editor of Perfil Criativo | AUTORES.club and the Organization of the event are delighted to invite you to our upcoming event, the book launching of «The Bantu in the Mafrano’s vision – Almost memories» which will be held on Saturday 9th November 2024 at Birkbeck University of London, at 3:00 pm.
A Casa de Angola em Coimbra – ONGO, a Porto’s África, a família de Maurício Francisco Caetano (Mafrano) e o editor convidam V/Exa para a apresentação do primeiro e do segundo volume de «Os Bantu na Visão de Mafrano – Quase Memórias» a ter lugar no dia 14 de Agosto de 2024 no Café Santa Cruz, em Coimbra, às 19h00.
Casa de Angola em Coimbra
A Casa de Angola em Coimbra ONGD é uma associação sem fins lucrativos fundada em 1996, dedicada ao apoio na integração de cidadãos angolanos, à proteção dos direitos humanos, à assistência humanitária e à promoção da cultura angolana.
Nos primeiros anos, a Casa teve um papel crucial nas negociações com a Universidade de Coimbra para ajudar estudantes angolanos desamparados, conseguindo integrá-los em residências universitárias e garantir refeições diárias. Além disso, a Casa sempre se preocupou com a integração cultural dos estudantes, promovendo exposições de arte, música, dança e gastronomia.
Atualmente, a Casa de Angola trabalha para melhorar as relações interpessoais dos angolanos, incentivando a interação com outras comunidades e a participação ativa em diversas iniciativas culturais e formativas. A Fundação tem apoiado essas atividades, visando a plena integração dos estudantes angolanos em Portugal.
A Biblioteca Palácio Galveias, a família de Maurício Francisco Caetano e o editor convidam V/ Exa para o lançamento oficial do primeiro e do segundo volume da coletânea «Os Bantu na visão de Mafrano — Quase Memórias» a ter lugar no dia 18 de Julho de 2024 na Biblioteca Palácio Galveias, às 19h00.
A presença dos nossos amigos e leitores será um inestimável contributo para a construção de uma verdadeira ponte cultural entre a República de Angola e a República Portuguesa. Os dois volumes abordam os valores culturais mais profundos de Angola.
A colectânea «Os Bantu na visão de Mafrano – Quase Memórias», antropologia cultural, é uma obra a título póstumo, em três volumes e mais de 700 páginas, compilada a partir de textos publicados em jornais e revistas publicadas em Angola entre 1947 e 1982, com destaque para a «Revista ANGOLA», da Liga Nacional Africana, e o «O Apostolado», propriedade da Igreja Católica Apostólica Romana.
Local: Biblioteca Palácio Galveias. Campo Pequeno, 1049-046 Lisboa
Editora:Perfil Criativo — Edições
Uma hora antes deste evento (18h00) será apresentado a terceira edição actualizada do livro “Autores e Escritores de Angola (1642-2022)” (Ed. 2024), de Sedrick De Carvalho e Tomás Lima Coelho.