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Dia Mundial das Bibliotecas comemorado em Luanda

Dia Mundial das Bibliotecas comemorado em Luanda

O livro sobre antropologia cultural angolana “Os Bantu na visão de Mafrano” (Ed. 2022) voltou a estar em destaque, desta vez nas celebrações do Dia Mundial das Bibliotecas, 1 de Julho, que decorreram na Biblioteca Nacional de Angola, em Luanda.
A obra póstuma do escritor Maurício Francisco Caetano, Mafrano, foi devorada em poucos minutos e recebeu convites para participar em mais exposições e feiras do livro.
Durante a cerimónia alusiva ao Dia Mundial das Bibliotecas, a tónica foi para a promoção do livro e da leitura.
O contributo dos participantes também ficou registado: «é importante promover a literatura através dos meios de comunicação social, das redes sociais e das plataformas de comunicação como o Zoom, Google Meeting e o YouTube. », disse a propósito o jornalista e escritor José Soares Caetano, «Tazuary Nkeita».

Primeiro volume de “Os Bantu na visão de Mafrano” surpreende o Lubango

Primeiro volume de “Os Bantu na visão de Mafrano” surpreende o Lubango

O arcebispo emérito do Lubango, Dom Zacarias Kamuenho, testemunhou na quinta-feira o anúncio oficial da colectânea “Os Bantu na visão de Mafrano”, de Maurício Francisco Caetano, perante 127 alunos do Seminário de Filosofia do Lubango, na província de Huíla.

A cerimónia simbólica teve lugar na tarde de quinta-feira feira, dia 28 de Abril, na cidade do Lubango, e consistiu na oferta de alguns exemplares àquela instituição religiosa.

A obra está a ser publicado a título póstumo pelo filho do autor, o jornalista e também escritor Tazuary Nkeita (José Caetano).

Os alunos do Seminário do Lubango foram os primeiros a ter um contacto físico com o primeiro volume desta obra histórica cujo lançamento está previsto para o dia 14 de Maio em Luanda.

Dom Zacarias Kamuenho é o autor do prefácio de “Os Bantu na visão de Mafrano”.

“Estou muito feliz com este acontecimento”, disse o arcebispo emérito do Lubango.

A obra de Maurício Caetano, um ex-seminarista e professor do então bispo Dom Eduardo André Muaca, foi elaborada a partir de textos publicados no jornal católico “O Apostolado”, entre 1957 e 1982.

Maurício Caetano foi professor de filosofia e de língua portuguesa e também funcionário de finanças, até a sua morte em 1982.

Dom Zacarias Kamuenho recebe obra de Maurício Francisco Caetano