A Biblioteca dos Coruchéus, em Lisboa, acolheu na tarde de 2 de junho de 2026 a sessão oficial de lançamento do livro Uma História Interminável, de Hugo Henriques e Hajnalka Henriques, uma obra infantil marcada pela fantasia, pelo humor, pela defesa dos valores humanos e pela rara apresentação em dupla ortografia.
A sessão foi aberta pelo editor João Ricardo Rodrigues, que destacou a singularidade do livro no catálogo da Perfil Criativo | AUTORES.club. Na sua intervenção, sublinhou tratar-se de uma obra especial, não apenas pela dimensão literária e pedagógica, mas também pelo facto de reunir duas formas de escrita da língua portuguesa, permitindo aos leitores contactar com a grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990 e com a versão actualmente em uso. O editor salientou ainda o valor simbólico da colaboração entre pai e filha: Hugo Henriques como autor do texto e Hajnalka Henriques como ilustradora, com desenhos realizados em idade muito jovem.
Perante o público presente, Hugo Henriques fez uma apresentação detalhada do percurso de preparação de Uma História Interminável, explicando que a obra resultou de um processo longo, exigente e amadurecido ao longo do tempo. O autor partilhou também aspectos ligados à edição de outros livros da sua autoria, nomeadamente Verdadeiro Amor Verdadeiro e Ponte Infante D. Henrique, recordando os desafios de transformar ideias, memórias e investigação em livros publicados.
Durante a conversa, ficou evidente o desejo de dar continuidade ao diálogo com leitores, escolas, famílias e bibliotecas. No ar ficou também a ambição de levar Uma História Interminável a novos públicos, incluindo a possibilidade de trabalhar para que a obra possa vir a ser considerada no âmbito do Plano Nacional de Leitura.
Com esta apresentação, Uma História Interminávelinicia o seu caminho junto dos leitores, afirmando-se como um livro infantil raro, criativo e profundamente humano, capaz de falar às crianças através das histórias de animais diferentes entre si, mas também aos adultos que reconhecem na fantasia uma forma de pensar a amizade, a inclusão, a coragem e a aceitação da diferença.
A Perfil Criativo | Autores.club anuncia o lançamento oficial a 2 de Junho de 2026, na Biblioteca dos Coruchéus (Alvalade), do novo livro Uma História Interminável, da dupla Hugo Henriques e Hajnalka Henriques, uma obra infantil singular, marcada por humor, imaginação, valores humanos e uma característica editorial rara: a apresentação em dupla ortografia. Escrito originalmente em português anterior ao Acordo Ortográfico de 1990, o livro apresenta também uma versão em português segundo a grafia em vigor, permitindo uma experiência de leitura comparativa e acessível a diferentes gerações de leitores. Pela sua natureza, poderá tratar-se de uma obra única — ou uma das raríssimas — com estas características de grafia em edição literária infantil. Uma História Interminável é um conto repleto de personagens memoráveis, entre elas Faragira, a girafa de pescoço curto; Fantela, o elefante medroso; Formipapa, o papa-formigas quase cego e quase surdo; Bajula, o leão sem juba; Arriscado, o tigre sem riscas; Mitsa, o gato órfão de dona; e muitas outras figuras que habitam uma narrativa de fantasia, humor e fundo moral. Ao longo dos capítulos, a obra aborda temas como a aceitação da diferença, a superação de fobias, a amizade, a solidariedade, o respeito, a coragem e a convivência social.
Pode dizer-se que o livro “Uma História Interminável” conta a formação de uma comunidade de seres imperfeitos, todos diferentes, todos com alguma vulnerabilidade, mas que descobrem que essas fragilidades podem tornar-se forças quando são reconhecidas, respeitadas e colocadas ao serviço dos outros. Um bom motivo para uma conversa no fim da tarde da próxima terça-feira. O livro conta com texto de Hugo Henriques e ilustrações de Hajnalka Henriques, filha do autor. Hajnalka nasceu em Budapeste, em 2012, e muitos dos desenhos presentes na obra foram realizados por si entre os 8 e os 10 anos.
Novo livro infantil “Uma História Interminável”, de Hugo Henriques e Hajnalka Henriques, disponível para livrarias a partir de 15 de maio de 2026
A editora independente Perfil Criativo | AUTORES.club anuncia a disponibilidade, a partir de 15 de maio de 2026) para distribuição em livrarias do novo livro Uma História Interminável, da dupla Hugo Henriques e Hajnalka Henriques, uma obra infantil singular, marcada por humor, imaginação, valores humanos e uma característica editorial rara: a apresentação em dupla ortografia.
Escrito originalmente em português anterior ao Acordo Ortográfico de 1990, o livro apresenta também uma versão em português segundo a grafia em vigor, permitindo uma experiência de leitura comparativa e acessível a diferentes gerações de leitores. Pela sua natureza, poderá tratar-se de uma obra única, ou uma das raríssimas, com estas características de grafia em edição literária infantil.
Uma História Interminável é um conto repleto de personagens memoráveis, entre elas Faragira, a girafa de pescoço curto; Fantela, o elefante medroso; Formipapa, o papa-formigas quase cego e quase surdo; Bajula, o leão sem juba; Arriscado, o tigre sem riscas; Mitsa, o gato órfão de dona; e muitas outras figuras que habitam uma narrativa de fantasia, humor e fundo moral. Ao longo dos capítulos, a obra aborda temas como a aceitação da diferença, a superação de fobias, a amizade, a solidariedade, o respeito, a coragem e a convivência social.
O livro conta com texto de Hugo Henriques e ilustrações de Hajnalka Henriques, filha do autor. Hajnalka nasceu em Budapeste, em 2012, e muitos dos desenhos presentes na obra foram realizados por si entre os 8 e os 10 anos.
Com primeira edição em 2026, ISBN 978-989-9209-39-8, classificação Infantil e P.V.P. em Portugal de 20,00 €, Uma História Interminável está disponível para encomenda por livrarias a partir de junho de 2026.
Resumo das estórias de “Uma História Interminável”
Uma História Interminávelé um conto infantil composto por várias pequenas histórias encadeadas. Cada capítulo apresenta uma nova personagem, quase sempre um animal com uma diferença, limitação, medo ou problema de identidade. Essas personagens juntam-se progressivamente a um grupo que aprende a sobreviver através da cooperação, da amizade e da aceitação mútua.
A narrativa começa com Faragira, uma girafa de pescoço curto, excluída por ser diferente e incapaz de alcançar as folhas mais altas. Encontra Fantela, um elefante grande mas dominado pelo medo de formigas e ratos. Depois de um primeiro contacto pouco simpático, os dois descobrem que podem ajudar-se: Fantela alcança as folhas para Faragira e Faragira protege Fantela dos pequenos seres que o aterrorizam.
Ao grupo junta-se Formipapa, um papa-formigas quase cego e quase surdo, que transforma aquilo que parecia estranho ou desagradável numa utilidade para todos. Depois surge Bajula, um leão sem juba que, apesar da sua diferença, assume o papel de líder. Mais tarde aparece Arriscado, um tigre que perde as riscas e entra em crise por deixar de se reconhecer como tigre. O grupo acolhe-o, mostrando que a identidade não depende apenas da aparência.
A história continua com a chegada de muitas outras personagens: Mitsa, o gato assustado; Cacamau, o macaco tagarela e malcheiroso; Rapaca, o porco-da-Índia que nem é porco nem é da Índia; Superfast, o caracol de carapaça partida; Rhinoe Chi-rá, um rinoceronte e uma chita em conflito; Vaky, a toupeira cega; Crocs, o crocodilo sem dentes; Smartins, o sapo irritante; Picanço, o ouriço-cacheiro pisado por todos; Babu, o burro das histórias infantis; Canja, o galo que foge ao destino de virar sopa; e vários outros animais que entram nesta comunidade improvável.
No conjunto, as estórias abordam temas como o medo, a exclusão, a deficiência, a diferença física, a falta de amor-próprio, os preconceitos, os conflitos de convivência, a liderança, a solidariedade e a entreajuda. A própria capa sintetiza bem esta estrutura: cada capítulo encerra uma pequena história que se integra numa outra maior, “universal”, com intenções morais e personagens que representam fragilidades humanas através de animais.
Em termos simples, pode dizer-se que o livro conta a formação de uma comunidade de seres imperfeitos, todos diferentes, todos com alguma vulnerabilidade, mas que descobrem que essas fragilidades podem tornar-se forças quando são reconhecidas, respeitadas e colocadas ao serviço dos outros.
Público-alvo
Crianças em idade escolar Leitores do ensino básico, sobretudo entre os 7 e os 12 anos, pela dimensão de conto infantil, pelas personagens animais, pelo humor e pelos temas de amizade, diferença, medo, coragem e entreajuda.
Pais, educadores e professores Adultos que procuram livros infantis com conteúdo moral e pedagógico, capazes de abrir conversa sobre aceitação da diferença, solidariedade, autoestima, respeito, tolerância e convivência.
Escolas, bibliotecas e mediadores de leitura A obra tem potencial para atividades de leitura orientada, clubes de leitura, bibliotecas escolares e projetos ligados à língua portuguesa, à cidadania e à inclusão.
Livrarias com secção infantil e juvenil Especialmente livrarias interessadas em obras diferenciadoras, com valor literário, pedagógico e editorial.
Leitores e instituições ligados à língua portuguesa Por ser um livro com dupla ortografia, pode interessar também a professores de Português, investigadores, escolas portuguesas no estrangeiro, bibliotecas lusófonas e leitores curiosos sobre a evolução da grafia da língua.