Lívio Honório inaugurou a Feira do Livro de Lisboa com uma reflexão entre consciência, espiritualidade e Inteligência Artificial

Lívio Honório inaugurou a Feira do Livro de Lisboa com uma reflexão entre consciência, espiritualidade e Inteligência Artificial

A apresentação de Lívio Honório na Feira do Livro de Lisboa 2026 acabou por se transformar num dos primeiros momentos marcantes da inauguração do certame, captando a atenção de muitos visitantes que circulavam pelo recinto e que acabaram por se aproximar do auditório para acompanhar uma conversa pouco convencional sobre consciência, espiritualidade, matéria, energia e Inteligência Artificial.

O autor apresentou as suas duas obras mais recentes, Somos mais Divinos do que Materiais e Do elemento ao divino. O ritual da Consciência em frequência . Em reflexão profunda com uma Inteligência Artificial, levando consigo um conjunto alargado de suportes de informação, preparados especificamente para contextualizar os temas centrais dos livros e facilitar o diálogo com os leitores.

Ao longo da sessão, o auditório foi enchendo, acompanhando o crescimento da própria intervenção. Num primeiro momento mais estruturado, Lívio Honório apresentou as linhas fundamentais do seu pensamento. Mas foi quando se libertou do registo mais formal que a sessão ganhou maior intensidade: o autor passou a descrever de forma mais livre os conceitos que tem vindo a desenvolver, explicando a sua relação crítica com a Inteligência Artificial e o modo como esta tecnologia pode funcionar como instrumento de reflexão, mas nunca como substituto da experiência humana, da consciência e da dimensão espiritual da existência.

Engenheiro e especialista em energia nuclear, Lívio Honório revelou perante o público o grande puzzle intelectual que tem vindo a construir através da publicação de um conjunto alargado de livros dedicados à alma, à consciência, à matéria, à energia e ao destino espiritual da humanidade. A sua obra propõe uma travessia entre ciência, filosofia e espiritualidade, procurando responder a uma das grandes inquietações do nosso tempo: o que significa ser humano numa época em que a Inteligência Artificial obriga a repensar os limites da razão, da criação e da própria consciência.

A sessão confirmou o interesse crescente dos leitores por obras que cruzam conhecimento científico, pensamento espiritual e interrogação sobre o futuro. Na abertura da Feira do Livro de Lisboa, Lívio Honório trouxe ao público uma proposta singular: pensar a tecnologia a partir da consciência e olhar para a humanidade para além da sua dimensão material.

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