No dia 29 de Junho de 2018, pelas 17 horas, será apresentado no Edifício Kilamba (Av. 4 de Fevereiro – Marginal de Luanda), em Luanda,  o livro “GESTÃO DA INDÚSTRIA PETROLÍFERA”, de Patrício Wanderley Quingongo, editado pela PERFIL CRIATIVO – Edições e prefaciado pelo jornalista Carlos Rosado de Carvalho.
A apresentação estará a cargo do jornalista Ismael Mateus.

O LIVRO: EXCERTOS E ÍNDICE

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Costumo dizer que, quando deus criou o mundo, Angola estava nos primeiros lugares da fila de distribuição dos recursos naturais, em particular de petróleo. contudo, o que em condições normais seria (ou, pelo menos, deveria ser) uma bênção, acabou por se transformar numa maldição.
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Força de trabalho com formação inadequada, burocracia do estado, oferta insuficiente de infraestruturas, corrupção e dificuldades no acesso ao financiamento, são sistematicamente apresentados como os “bilos” mais problemáticos para os negócios em Angola. É nestes factores de competitividade que o Presidente da república recém-eleito e os seus ministros devem concentrar todas as energias.
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Com lucidez, empenho e rigor, ainda é possível transformar a maldição numa bênção.
Excertos do prefácio de Carlos Rosado de CarvalhoApesar da sua riqueza em petróleo e abundância em recursos naturais, Angola continua a ser considerada como um país de maldição de recursos (resource curse), com alto nível de analfabetismo e mortalidade infantil. O governo foi incapaz de gerir os ganhos inesperados do petróleo, criar um mecanismo para distribuir eficientemente as crescentes receitas petrolíferas e transformá-las em melhor qualidade de vida para o povo, diversificar a economia e reduzir os níveis de pobreza e desigualdade.(…) Por isso, Angola precisa de aumentar o nível de transparência nas transacções petrolíferas e assim reduzir a corrupção, desenvolver programas de formação de quadros nacionais para eficazmente melhorar o programa de angolanização e a promoção do conteúdo local. (…)
Este estudo revela os principais problemas da gestão da indústria petrolífera angolana e fornece orientações que podem ser utilizadas para os superar. A conclusão indica que estão disponíveis marcos teóricos, ferramentas de gestão, e é necessário um compromisso firme do governo para implementar estas orientações.
Excertos de “GESTÃO DA INDÚSTRIA PETROLÍFERA”, de Patrício Wanderley Quingongo

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